quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Lua Nova

As vésperas do lançamento que eu mais aguardei durante o ano, não consigo mais disfarçar: Jacob Black seria o garoto ideal pra mim.
Na continuação da saga Crepúsculo, Stephenie Meyer criou um personagem que me faz perder o fôlego. Quem conhece a história sabe que Edward Cullen (o vampiro) é o homem ideal para Bella Swan (a humana). E eu não mudaria nenhuma virgula dessa história.

Mas estou com meu ingresso em mãos há praticamente um mês pra ver o lobisomem.
Desde que eu li o primeiro livro, quando Jake era apenas o amigo desajeitado da Bella, eu me encantei. O sorriso tímido, a pele avermelhada, a essência de um quileute, e todos os outros detalhes descritos nas primeiras páginas me cativaram.
Então, quando comecei a ler o Lua Nova, mais precisamente a partir do capítulo 3, percebi que eu tinha me apaixonado. A sensibilidade, a espontaneidade, o carinho, a dedicação que Jacob possui me fizeram sentir como uma adolescente de novo. Eu desenvolvi um amor platônico. Uma paixão incompreensível.
As pessoas que me escutam suspirar pelo lobo, não me entendem. Talvez só quem tenha um amor desses possa me entender. Eu sei que ele não existe. Sei que a idealização não vai ser útil em nenhum dos meus relacionamentos amorosos. Mas eu gosto de gostar dele. Eu me sinto bem desde que encontrei alguém, mesmo que fictício, que me complete. É coisa de fã.

Não que eu pense que o Edward tenha algum defeito, porque convenhamos ele é incrivelmente perfeito, mas é que a pele quente de Jacob me atrai muito mais.

Até agora, a maioria dos leitores da saga amam, idolatram e preferem o Edward. Mas tenho o pressentimento de que depois de sexta-feira, isso vai mudar. Dói um pouquinho ter que dividir aquele que é "só meu". Mas estou aguardando sair satisfeita do cinema, porque não consigo encontrar nenhum outro ator que se encaixe melhor no papel do meu queridinho. Taylor Lautner merece esse personagem, se esforçou por esse personagem e é LINDO demais!

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Se o mundo acabasse em 2012 eu iria terminar o meu livro e publicá-lo o mais rápido possível, iria fazer uma viagem aos EUA e curtir cada segundo com as pessoas que eu amo.

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Me perdoem, os vestibulares chegaram, e estou sufocada de tantos exercícios e provas. Sempre que tenho uma folga venho pra cá, mas está difícil de conciliar. Mas o ano está acabando, e se tudo der certo ano que vem estarei na USP cursando o que eu desejei: Economia!
Espero que vocês estejam bem!


sábado, 31 de outubro de 2009

Estresse [mode on]

Eu não gosto quando tenho que acordar cedo. Nem quando não posso ir dormir tarde. Não gosto de muito calor, nem de muita chuva.
Pessoas alegres demais me irritam, e falta de educação me estressa. Odeio que desarrumem, estraguem ou simplesmente mexam nos meus livros. Não suporto quando me perguntam algo e não acreditam na resposta. Quando pedem conselhos e fazem o contrário do que eu disse.
Fico brava quando não consigo comer carne, tomar refrigerante ou quando fico com fome.
Guerras acabam com meu bom humor, hipocrisias também. Sinto raiva quando vejo animais abandonados, crianças dormindo na rua e pessoas sem ter o que comer. Não gosto de traição, tortura ou vingança.
Vivo estressada, mas odeio o mau humor. Ninguém merece ter que aguentar o estresse alheio, e aliás, isso também me irrita. Por isso, guardo minhas bravezas pra mim.


Pauta pra Capricho - O que tira você do sério?



Desculpem a minha ausência. Por motivos de força maior, e não por falta de tempo, fiquei ausente. Mas eu voltarei, estou CHEIA de saudade dos textos de vocês!
;@@

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Guilty pleasures

Nunca fui muito normal, no sentido de gostar do que todo mundo gosta. Sempre tive umas manias diferentes - meio que incomuns - capazes de animar meu dia.
Enquanto a maioria das pessoas precisa só de um bombomzinho pra ser feliz, eu sempre dependi daquele churrasco pra ficar satisfeita.
Em pleno sábado de manhã, ir pra aula de inglês consegue me fazer sorrir o resto do dia, e um sapato novo pode me fazer pular de emoção. Sentir aquele cheiro de livro novo, abrir pela primeira vez um vidrinho de esmalte e saborear um pacote de salgadinho (daqueles bem fedidos) são, pra mim, prazeres inenarráveis.
Aquela coisa de acordar tarde, ficar assistindo a Disney, de pijama a tarde inteira com um pote de pipoca na mão também me parece bem irresistível.
De qualquer forma, são coisas que eu só posso fazer esporadicamente, mas são prazeres que eu não abro mão de jeito algum.

Pauta pra Capricho - Que pequenos prazeres você se permite para animar um pouco a vida?

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Segredos

A maioria das pessoas gostaria de ser invisível só por um instante, só pra descobrir a verdade. Eu não. Sempre descobri coisas facilmente. Sou daquelas que passa ao acaso por uma rua, e descubro os rolos mais secretos. Aquela que mesmo sem querer escuta as pessoas falando mal dela e por mais chato que isso seja não consegue evitar. Percebi que quando eu não sei de alguma coisa é porque, no final, era melhor que eu não soubesse. Sem essa de acreditar que uma espiadinha não vai me fazer mal nenhum. Que seria mais fácil se eu tivesse certeza. Descobri que o mais fácil é o que menos me interessa. Que saber demais pode fazer mal ao coração. E que segredos deveriam sempre ser mantidos em segredo. Porque o que os olhos não veem, o coração não sente.


Pauta pro TDB

sábado, 26 de setembro de 2009

Quando temos que escolher

Todos os dias a mesma cena se repetia. Aquele sorriso conhecido aparecia, a porta se fechava e o mundo parava. Um dia ela não apareceu. Não havia uma explicação para aquela ausência.
Depois de um tempo soube-se que ela simplesmente escolheu. Nunca mencionaram se a escolha foi fácil, se foi forçada, se foi errada.
Aprendi que no final, isso não importa.

Não importa quantas vezes ela conseguiu adiar a escolha, nem o quanto doeu escolher. E eu sei que doeu. Em algum momento a escolha teria que ser feita. Imagino que ela deva ter derramado muitas lágrimas e perdido muitas noites, até que percebesse que não conseguiria fugir. Ela deve ter se visto num caminho sem saída, até que percebesse que tudo é questão de decisão.
Talvez ela tenha olhado pro passado, e notado o quanto as coisas se tornavam mais difíceis a cada dia. Talvez ela tenha olhado pro futuro e visto que as coisas não ficariam bem. Eu não sei. E no final, isso não importa.

As boas motivações não fazem uma escolha mais certa, ou mais errada. Escolhas serão sempre escolhas. Não existe apenas uma escolha certa. Sem verdades absolutas.

Cada decisão tomada interfere diretamente na nossa vida. As vezes, pode-se voltar a atrás, mas nunca recuperaremos o tempo perdido. Não há como evitar.