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quarta-feira, 14 de março de 2012

Desespero

O desespero, o medo, uma assombração. Como num passe de mágica a calma rotina muda e poe um fim naquela tristeza sem motivos. Os motivos estão ali, bem na frente. O peito dói, o corpo treme e não há nada que coloque o mundo de volta no lugar de antes. Medo. Eu já disse que tenho medo? Medo do que se segue, do que se passou, do que eu possa vir a fazer. Enquanto me despero aqui, num canto, ninguém é capaz de me salvar, nem o amor, nem o silêncio. As lágrimas correm desperadamente, como se até elas quisessem fugir daqui. O sorriso desapareceu, e aquele ar leve de menina travessa deixou um bilhete de que nao iria mais voltar. Compreende a minha dor? Compreende o estado louco de espirito que me encontro, querendo fugir e desaparecer e deixar todas as consequencias e problemas nessa vidinha que eu nem sei se me fazia feliz. Compreende que não há culpados? Só há de fato a vontade louca de sumir e de deixar o tempo passar e apagar esse sombrio momento. Não quero estar ouvindo esses meus pensamentos que julgam e atormentam. Não quero estar ouvindo a consciencia dizer que estava previsto. Não quero passar por isso, não agora, e talvez nunca. Quero sentar e chorar e chorar e chorar e chorando expulsar todo o ser pensante de dentro de mim. Estou desesperada e não há nada que possa me salvar de mim mesma.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Vem moço.

Vem moço, senta aqui e me escuta.  Escuta o som das minhas lágrimas, as batidas do meu peito triste e vê nos meus olhos tudo o que eu hesito compreender. Vem moço, me põe em seu colo e me canta uma cantiga, dessas feitas pra dormir. Vem e me diz que essa fase vai passar, que meu sossego vai chegar e que você vai ficar aqui. Respire moço, num ritmo que eu consiga acompanhar, num compasso bonito que me faça admirar. Me ofereça um chá, um café, um cafuné. Foi você moço que me pediu pra não ser forte, agora, venha cá e cuida de mim.
Vem moço, segura a minha mão e me deixa ver aquelas estrelas. Me conta uma história bonita, me inspire a sorrir  mais uma vez. Esquece meus tormentos e me leve com você. Me faz lembrar dos dias de sol, das risadas que outrora me fizeram perder o folêgo. Vê nos meus olhos a súplica da esperança, me dá outra chance pra sonhar. Vem moço, e não se vá.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

De repente.

Bizarro é ver o mundo rodando, mesmo quando eu me perco dentro do meu próprio mundinho. Bizarro é ver as pessoas crescendo e tendo suas próprias vidas, independente do que eu pense delas. Bizarro é eu estar sendo banhada em lágrimas, vendo a alegria alheia, de pessoas que tempos atrás não eram tão alheias assim.
É bizarro, não ter outra palavra pra explicar o que eu estou sentindo. É ver que eu fiz as minhas escolhas, de vida, de futuro, de amizades, de mundo mesmo, mas que as pessoas que não escolheram a mesma coisa que eu, podem e vão ser felizes no mundinho delas. E que de repente, eu não faço mais parte disso. Não, não foi de repente. Foi aos poucos, e conscientemente. Espero de coração que todos sejam muito felizes, que vocês dois em especial sejam, e que eu seja também. Que os planos de casar, ter filhos, se encaixem nos meus planos de sucesso um dia. E que eu entenda de uma vez por todas, que o mundo de ninguém pára, só porque eu parei no meu.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

It hurts

Está doendo muito agora, essas lágrimas cortando meu rosto. Está doendo ver que você me excluiu da sua vida. Doeu reler cada palavra que eu mesma escrevi, e fiz questão de que você lesse. Está doendo lembrar das suas palavras e do seu sorriso, sabe? Aquele sorriso que me fez ter bons sonhos por tantas noites. Não vou dizer que te amo, sabe como é, não seria muito maduro da minha parte voltar a falar sobre isso. Mas de repente voltou a doer. Como um osso que dói sempre que faz frio mesmo já estando no lugar certo. Eu queria te ligar agora, ouvir sua voz e saber como está sua vida. Já fazem 328 dias desde que te vi pela última vez. Não vou mentir, aprendi a te esquecer na maior parte do tempo, mas hoje não consegui. E doeu lembrar de tudo. Não porque tenha sido triste, mas doeu por parecer ter acontecido a anos atrás. E está doendo mais agora porque você não deve sentir a minha falta, não deve sentir saudade, não deve querer me ver. E como todas as outras vezes tenho medo demais para ir atrás de ter certeza.


Forever and ever! For all the all

sábado, 9 de outubro de 2010

eu continuo querendo

Eu te amo. Isso resume todas as palavras que me coração grita quando eu te vejo, mesmo quando você faz questão de mudar de caminho pra não me encontrar. Mesmo quando eu tenho certeza de que você não sente a mesma coisa por mim. Ainda assim eu te amo. Não que eu realmente tenha uma tradução real do que seja esse amor, porque acho que eu não sei. A única coisa que eu sei é que hoje, quando me ouviram contar a nossa historia e me perguntaram o que mais eu queria, eu respondi sem precisar pensar que te queria pra sempre.
Eu costumava pensar que o tempo cura tudo, mas hoje me assustei com a possibilidade de ter que conviver com isso pra sempre. Exatamente como nos filmes, me assustei em pensar que pode ser que eu te ame enquanto eu viver. Pode ser que eu sempre te considere perfeito pra mim, e pode ser que eu continue sonhando com você enquanto eu ainda conseguir sonhar.
Entenda que não estou nem reclamando, nem tentando te convencer de nada, eu só precisava compartilhar isso que está me amedrontando.
O esquisito é que eu consigo ver a possibilidade do amor em outros olhos, consigo achar outras vozes doces e que ainda assim, de repente é você que me vem a cabeça. Nesse ciclo frustrante de te querer sempre por perto,  de te ver escondendo teus olhos.. uma lágrima escorre banhando o meu sorriso que hoje, e só por hoje, é todo seu.

Ah, eu por um lado te entendo 
Mas eu continuo querendo ♪  
(Pelo tempo que for - Scracho)

sábado, 11 de setembro de 2010

A última noite.

Eu choraria por você, e confesso que você nesses últimos dias é unica coisa que realmente me faz querer chorar. Eu choraria por ter certeza de que o que eu sinto nunca vai mudar, e choraria por saber que essa frase é ridícula. Choraria por pensar que talvez, e somente talvez, você tenha tomado a decisão certa de se manter distante. Choraria por ter vontade de sorrir toda vez que te vejo, e choraria por ser tão covarde e não conseguir te olhar nos olhos. Choraria por lembrar de todas as vezes que você fingiu não me ouvir, e que não respondeu as minhas perguntas. Choraria por ainda não saber o porque decidi ser tão sincera contigo, e choraria por estar me sentindo tão maluca. Eu choraria toda uma noite por sua causa, e só pensando em você. E choraria tudo, tudo mesmo o que me machuca, se eu tivesse certeza de que quando as lágrimas finalmente cessassem eu conseguiria  colocar um ponto final nisso. Eu choraria.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Não é amor, não é só vontade

Lágrimas, foi no meio de lágrimas que eu finalmente consegui me encontrar. Não totalmente, não cheguei a achar que isso tudo me traria uma revelação do meu mundo todo. Isso mesmo, do meu mundo. Gosto de fingir que estou falando com você, imagino diálogos durante o banho, enquanto trabalho e quando tento dormir. Ontem eu não pensei em você, não na hora de dormir, mas isso foi porque tomei um remédio contra a gripe, gostei disso. Pensei em trapacear hoje, e tomar de novo, mas não, isso não é certo.  Pensei então em ler um livro pra me desligar, mas percebi que na minha estante só tenho romances, e livros técnicos. Preciso de um livro de terror. Acho que não funcionaria, porque filme de terror me lembra do dia em que você me ligou, só pra dizer que deveria estar ali assistindo comigo, segurando minha mão. Estou misturando as coisas né? Isso era pra ser a coisa certa, do jeito certo. Não consigo. Não estou fazendo drama, nem charme, nem estou implorando nada, porque se eu aprendi alguma coisa desde minhas ultimas lágrimas, é que eu sobrevivo e supero, sempre que eu quiser. Mas seria realmente legal se fosse recíproco, se houvesse pelo menos um fio de esperança. Não vou dar nomes pra isso que estou sentindo, porque não é amor, não é só vontade, é algo que eu não sei explicar, ainda. Só sei que eu apresentaria você pra minha avó, e isso deve significar alguma coisa.

domingo, 2 de maio de 2010

Fiquei tão só, aos poucos. Fui afastando essas gentes assim menores, e não ficaram muitas outras. Às vezes, nos fins de semana principalmente, tiro o fone do gancho e escuto, para ver se não foi cortado. Não foi.
Caio Fernando Abreu

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Uma caixinha

Ela era uma menininha durona. Todos que conviviam com ela sabiam que ela amava diferentes pessoas, de diferentes formas. Mas o que poucos sabiam é que ela tinha uma caixinha. E que toda vez que ficava sozinha a caixinha aparecia ao lado dela. Pequena, discreta, trancada.
Um dia, mesmo sem chuva, uma triste coisa aconteceu. Então menininha chorou, e ninguém a compreendeu. Ela pegou a caixinha, abriu receosa e ali guardou aquela tristeza. A sensação que ela tinha era de que enquanto a caixinha estivesse fechada, não precisaria chorar por aquilo de novo.
Ela não queria chorar de novo, e não conseguiria lidar com aquela dor.
Mas havia algo de errado com a caixinha, a tranca parecia não aguentar a força daquela tristeza. Cada vez que a menininha ficava sozinha, sentia medo de que tudo viesse a tona.
A menininha não deixou de ser durona, mas cresceu com medo daquelas lágrimas. Não criou coragem de enfrentar a dor, e por isso, sofria toda vez que ficava sozinha.

Não tão autobiográfico como eu gostaria. A caixinha continua fechada, e fica difícil escrever sobre
a tristeza que há nela.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Eu queria amar.

Sempre pensei que amor significasse sofrimento. Vocês sabem, a gente se apaixona, se encanta, vive alguns lindos momentos em casal e depois as coisas desandam. A gente chora por noites seguidas, as músicas no rádio nos perseguem e sentimos como se o nosso coração nunca mais fosse se recompor. Então algo mágico acontece, conhecemos alguém que parece perfeito e o ciclo começa outra vez. E no final das contas tudo o que a gente tem é um monte de histórias com finais infelizes, um coração todo remendado, e ninguém ao nosso lado.
Olhando por esse ângulo, talvez eu não tenha acreditado nisso sempre, mas me parece fazer muito sentido agora.
Parece meio precoce dizer essas coisas com só 17 anos, mas é que não consigo enchergar o amor de outra forma. Vejo casaisinhos na rua, e eles parecem bem e felizes. Ainda assim acho que eles só estão se enganando. No final das contas eles vão acabar brigando por algum motivo besta, e provavelmente vai sobrar pra alguém como eu consolar um deles, ou ambos.
O amor que se prega ultimamente não faz sentido pra mim, talvez porque eu não ame. É isso mesmo, não sou daquelas que foi largada por alguém, ou que não tem pretendentes. Não sofro mais por nenhum rapaz, e nem sou 'de se jogar fora'.
Sou simplesmente alguém que conhece bem a estranha sensação que é não sentir nada. Por ninguém. E desejar ardentemente se apaixonar. Sonhar noite e dia por ter alguém pra fazer companhia, pra abraçar, pra discutir, pra ter por perto. E simplesmente não ter.
Isso, sou também essa contradição. Sei e acredito que o amor é uma dor, e ainda assim eu queria. Queria que fizesse parte de mim assim como alimentação é essencial para que eu sobreviva. Não que eu seja masoquista, mas eu gostaria de ver o amor com outros olhos. Queria estar na pele de quem ama e é correspondido, pra saber de verdade o que isso significa. Queria parar de só filosofar. Queria sentir, queria saber, eu queria...

sábado, 26 de setembro de 2009

Quando temos que escolher

Todos os dias a mesma cena se repetia. Aquele sorriso conhecido aparecia, a porta se fechava e o mundo parava. Um dia ela não apareceu. Não havia uma explicação para aquela ausência.
Depois de um tempo soube-se que ela simplesmente escolheu. Nunca mencionaram se a escolha foi fácil, se foi forçada, se foi errada.
Aprendi que no final, isso não importa.

Não importa quantas vezes ela conseguiu adiar a escolha, nem o quanto doeu escolher. E eu sei que doeu. Em algum momento a escolha teria que ser feita. Imagino que ela deva ter derramado muitas lágrimas e perdido muitas noites, até que percebesse que não conseguiria fugir. Ela deve ter se visto num caminho sem saída, até que percebesse que tudo é questão de decisão.
Talvez ela tenha olhado pro passado, e notado o quanto as coisas se tornavam mais difíceis a cada dia. Talvez ela tenha olhado pro futuro e visto que as coisas não ficariam bem. Eu não sei. E no final, isso não importa.

As boas motivações não fazem uma escolha mais certa, ou mais errada. Escolhas serão sempre escolhas. Não existe apenas uma escolha certa. Sem verdades absolutas.

Cada decisão tomada interfere diretamente na nossa vida. As vezes, pode-se voltar a atrás, mas nunca recuperaremos o tempo perdido. Não há como evitar.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

É um conflito interno

As palavras estão colidindo dentro de mim, elas não conseguem sair. Não há voz, não há sons. Sinto algumas lágrimas caindo, como se quisessem dizer alguma coisa, não acho justo, não pode ser justo.
Me sinto frustrada e sozinha. Ninguém ouve os gritos do meu coração. Ninguém parece saber que eu não sou forte, que não sou onipotente e que não me sinto capaz.
Todos acham que eu sou uma fortaleza, todos querem que eu seja um fortaleza. Sinto falta daquele que compreendia a minha vulnerabilidade e agora entendo porque ele insistia para que eu não fosse tão petulante: eu nem ao menos sou boa.
Não sou melhor, não sou diferente, não sou especial. Aliás, tenho sido bem comum. Bem descartável.
Sou tudo aquilo que sempre fingi não ser. Sou aquela que nunca gostei de ser. Mas sinto que finalmente sou aquela que sempre existiu, aquela que tem a essência. Não uma inversão, nada de mutações.
Apenas aquela menina frágil e dependente que eu deveria ter sido, para que eu tivesse aprendido ANTES como deixar de ser.
Me tornei alguém fraca o bastante pra me esconder e aos poucos fui me tornando gigante. Não em força, não em personalidade. Só ocupando espaço, tão grande que não cabia mais em mim, grande a ponto de causar estragos, de desestruturar tudo.
Grande e pequena, a constante antítese que confunde e machuca.
Seria demais dizer que eu quero colo, e só por um instante esquecer de TUDO e descansar? As lágrimas impedem uma visão clara, não consigo ver o caminho pra fugir daqui. Não consigo.


Eu e minhas crises existenciais ;x

domingo, 12 de abril de 2009

Viagem..

Ela estava numa viagem que já durava 17 anos.
Não se lembrava de ter visto muitos lugares, mas gravava os detalhes de cada passageiro.
Eles iam e vinham constantemente. Alguns ficavam tempo demais, outros, tempo de menos.
Uns poucos sempre ficavam. Sempre voltavam.
Ela gostava de relembrar. De olhar a cada assento e pensar naqueles que passaram por ali.
Ela já havia desejado que o mundo parasse de girar, só pra que ela aproveitasse a companhia de um dos passageiros.
Mas as coisas estavam diferentes. Há algum tempo ninguém entrava naquela viagem. Aos poucos alguns saiam, mas estava raro ver alguém conseguindo entrar. Ouvi dizer que ela mesma havia dado ordens sobre isso, só que estava ficando vazio.
Ela estava se sentindo só. Passeou por entre os bancos e sem que percebesse lembrou dos que mais a marcaram. Percebeu que nunca deu importancia pra despedidas, nunca disse um "Volte quando quiser" e agora sentia falta deles.
O ar gelado que batia em seu rosto foi interrompido por uma lágrima quente. Ela percebeu que não conseguia se libertar das lembranças. Não eram lembranças ruins, mas lembranças vão ser sempre lembranças. O passado não pode querer se tornar presente. Não naquela viagem.
Não se sabe ao certo o que ela queria. Mas naquela noite ela dormiu sussurando algo às estrelas..

;@@

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Silêncio

Algumas circunstâncias me fizeram estar ausente essa semana. Não é o caso de citá-las, porém algo importante aprendi com elas.
Há alguns posts atrás relatei sobre a relevância das palavras na minha vida, e a essencialidade delas.
Hoje sei que o meu fiel companheiro é o silêncio. As lindas palavras que eu tanto estimo me traíram, fugiram num momento crucial.
Nem voltaram pra fazer companhia as lágrimas, que teimaram em escorrer durante as últimas madrugadas.
Mas o silêncio, esse sim esteve presente, chegando a ser inconveniente. Por dois longos dias ele me fez parar de planejar, de me comunicar. Nada fazia sentido e ele ainda assim não me abandonou, mesmo quando pensei ter sido abandonada por mim mesma.
As palavras voltaram, com aquele jeito sem graça de quem fugiu no momento em que deveria ter ficado, mas voltaram. Não tão belas, não tão essenciais, mas amadas da mesma maneira.

Minha mente ainda não está totalmente ajeitada, e confesso que do modo em que foi abalada vai demorar um tempo para se recompor, sendo assim continuarei ausente.

Me desculpem por não ter disposição nem tempo para acompanhar o blog de vocês, mas assim que voltar de viagem (que veio em ótima hora) voltarei à rotina normal, e quando digo rotina, não me refiro a nada cansativo ou desgastante, pois é um prazer poder frequentar o blog de vocês.

Até breve.



Pois tempos melhores estão por vir, obras maiores se farão ..!

domingo, 23 de novembro de 2008

Eu só queria que você soubesse.

De maneira bem sutil você continua me fazendo perder a fala.
Meus pensamentos não fazem sentido quando você se aproxima. E parece que você percebe.
Me sinto covarde perto de você. É, covarde.
Eu fico horas ensaiando uma maneira de dizer tudo na sua cara. E quando eu devo dizer, nada sai de minha boca. Até aquele meu lindo sorriso, aquele que os outros elogiam, desaparece.
Você precisa saber, o que eu sinto, o que senti. As esperanças que tenho. Não sei se você merece. Mas agora sinto como se não importasse. Eu queria te contar. Queria ver sua reação. Te ver.
Por que esse jogo? Para de brincar comigo. Por que não desaparece de uma vez?
Isso dói. Queria jogar na sua cara o quanto você me machucou. O quanto me fez chorar.
Para de fingir que você é bonzinho. Eu conheci de perto a sua maldade. A sua frieza.
Nada que você faça vai mudar o que está dentro de mim.
Eu só queria que você soubesse.